Podem continuar dizendo por aí que o Brasil não tem memória, mas a memória dos quadrinhos brasileiros está mais fácil de ser recuperada com o auxílio da internet. Além dos sites que disponibilizam versões online de quadrinhos antigos, podemos agora contar com alguns catálogos que servem de guia para pesquisadores, curiosos ou aficcionados. Um desses catálogos é o HQ Quadrinhos - criado pelo ilustrador e faneditor Bartolomeu Martins. Boa parte das ilustrações do catálogo são de sua autoria.

Outros sites interesantes sobre o mesmo tema são Guedes Manifesto, onde o editor Roberto Guedes analisa e resenha quadrinhos e personagens. Outro ambiente rico em informações sobre quadrinho brasileiro de heróis é o Quadrinhos CQB. Fora do Brasil e com texto em inglês existe o Internationalhero cujo catálogo inclui personagens de vários países como Finlandia, Israel, Itália, México. Reino Unido, Chile, Filipinas entre outros. Quem diria que um gênero originado na américa e popularizado em revistas baratas com cores desbotadas fosse acabar indo tão longe e adquirisse tantas e tão distintas nuances culturais.






















Visitei os links da matéria. O hqquadrinhos é muito rico de imagens e informação - podiam melhorar a revisão te texto, gostei do blog do Manifesto Guedes, mesmo não tendo objetivo de catalogar heróis fala bastante de quadrinho brasileiro. Já na Central doa Quadrinhos há vários links sem funcionar. Uma pena.
Essa cara da ilustra desenha muito bem. E o Capitão 7 é melhor o antigo. Aquele da computação gráfica é um lixo!
Muito boa a arte desse cara! Ele faz quadrinho?
Valeu JJ pela referência ao hq Quadrinhos, o importante é que se estabeleça no Brasil que temos cultura vaguardista na Arte Sequencial que remota muito antes de Yellow Kid, temos Nhô Quim...
Que nada J, vamos deixar a canelada. Pr'eu aprender a não teimar. Hehehehe.
Mais uma vez, a gravação foi massa! Dei mó valor a participação de vcs. Valeu, mesmo.
O verdadeiro criador do Capitão 7, foi o produtor de TV Rubem Biáfora, da TV Record. Não entendo como os créditos de criação acabaram indo pro ator que apenas interpretava o personagem.