por JJ Marreiro em dezembro 28, 2009 11:09 AM
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Aproveitando qua ainda há vagas no curso de Histórias em Quadrinhos on line, a conversa desta edição é com Geraldo Borges e Cristiano Lopes sobre quadrinhos para o mercado americano, quadrinhos a distância, oportunidades de trabalho, ilustrações e mais.
As inscrições para o curso ministrado on line por Geraldo Borges (Nova, Wonder Woman, R.e.b.e.l.s., Darkness, The Man with no Name e Zombies of Mass Destruction) conta com ilustrações de Cristiano Lopez, além de várias artes, animações e infográficos do próprio Geraldo que é hoje agenciado pelos Estúdios Impacto.
As inscrições para o curso ainda estão abertas no site unifor.br onde você pode saber as informações adicionais. Para escutar o Papo Armagem 08 é só clicar na barra abaixo ou fazer o Download. Não esqueça de deixar seu comentário. Já faz tempo que acho que só eu e o Daniel Brandão escutamos esse podcast.
por JJ Marreiro em dezembro 27, 2009 7:49 PM
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Hoje pouca gente conhece este carismático homem das
cavernas, mas nos anos 60 ele chegou a ser tão famoso que virou música do
Roberto Carlos. O termo Brucutu designa uma pessoa bruta, sem modos, e o
personagem Alley Oop (seu nome original) era mais ou menos isso mesmo,
entretanto tinha bom coração e gostava de ajudar os mais fracos.
Brucutu foi criado em 1933 por V.T. Hamlin, atualmete tem
sua tira distribuída mundialmente através da Newspaper Enterprise Association. Hamlin
começou a desenhar após dar baixa no exército norte-americano tendo servido
durante a Primeira Guerra Mundial.
A história em quadrinhos gira em torno do irrepreensível Brucutu,
um homem das cavernas que viaja de Moo, uma tribo da pré-história, para o 21º
século na máquina de tempo de seu amigo Doc Wonmug (no Brasil, Prof. Papanatas).
Na verdade as primeiras aventuras se passam no ambiente pré-histórico de Moo e
aos poucos vão se diversificando com a possibilidade de mudanças de temas e de
cenários. Outros personagens na tira são o Rei Guz e Rainha Umpa (rei e rainha
de Moo) e Ula (a namorada de Brucutu).
V.T. Hamlin trabalhou na tira de Brucutu durante 40 anos. Contratou
o escritor Dave Graue como assistente de arte em 1950, e Graue continuou a tira
após a aposentadoria de Hamlin. Jack Bender se uniu a Graue como um artista
assistente em 1990, se tornando depois o tirista oficial de Brucutu produzindo
tanto as tiras diárias quanto as dominicais. Em 2001, na aposentadoria de
Graue, Carole Bender começou a escrever a tira.
O traço original de Hamlin possuía uma estilização para o
cartum nos personagens, mas mantinha nos cenários um acabamento de saltar os olhos,
mesmo usando algumas vezes técnicas minimalistas. Era comum ver desenhado no
cenário apenas o que importava para a história. Os outros artistas precisaram
manter o tipo de acabamento de Hamlim pois isso fazia parte do personagem.
Quando o cenário do mundo primitivo tornou-se enfadonho para
o autor ele logo tratou de inserir a máquina do tempo do Prof. Papanatas, um
cientista do futuro que conta com a ajuda de Brucutu como "piloto" de testes. Isso
levou o herói cavernoso do Egito ao velho oeste passando por dezenas de outros cenários improváveis para um
homem das cavernas. O absurdo das viagens de Brucutu ganhavam credibilidade
apenas graças à magia proporcionada pela criatividade e pelo traço sólido, dinâmico e encantador de
Hamlim e de seus sucessores na tira.
A cada dia as tiras perdem a atenção dos jornais, nem os
clássicos como Brucutu resistem às reformulações que trocam o espaço das tiras
por anúncios ou por fofocas de artistas. Uma pena, pois a nova geração de
leitores fica sem conhecer personagens que ajudaram a construir a linguagem e a
estética moderna dos quadrinhos. Além da internet, os álbuns de luxo
importados, as revistas antigas (vendidas em sebos), os fanzines de nostalgia
estão entre as poucas formas hoje de ter contato com estes clássicos.
por JJ Marreiro em dezembro 22, 2009 2:24 AM
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O sábado 19 de dezembro foi um dia de festa para os
quadrinhos e foi o dia em que Fernando Lima e eu resolvemos bancar o Amauri
Junior no lançamento do site The Comics Café. Muita gente importante do mundo
dos quadrinhos estava por lá, além do público
em geral que lotou a sala de palestras da Saraiva Bookstore do Iguatemi.
João Belo e Júlio César aproveitaram para lançar a mais recente
edição do Tiras de Letra (Editora Virgo) enquanto Falex fazia desenhos ao vivo
dando dicas do uso da tablet. O ambiente requintado de uma das mais elegantes
livrarias de Fortaleza abriu suas portas para o mundo dos quadrinhos e com isso
esperamos que o exemplo seja seguido por outras empresas. Ao contrário do que se pode pensar, eventos de quadrinhos no Ceará são raros e devem ser prestigiados.
Neste programa você confere vários bate-papos que contaram
inclusive com a especialíssima presença dos nossos irmãos do HCast: Guilardo
Brando, Caetano Neto e Germano Araújo. Mais uma vez conversamos com o
senacional Fred Macedo (que já é quase sócio do papo armagem) e pela primeira
vez catamos um depoimento do Daniel Brandão.
E na entrevista principal: João Belo, Júlio César e Falex,
the man, Alex Vidal abrem o verbo e falam do site, das criações, dos
personagens, das oportunidades, da produção independente e muito mais.
Os agradecimentos vão para a equipe do thecomicscafe.com,
para a turma do HCast, ao pessoal da Saraiva e a todos que compareceram ao
evento fazendo do lançamento do thecomicscafe.com uma grande festa. ...Só
faltou o Amauri Júnior.
Para ouvir é só clicar na barra abaixo ou fazer o dawnload. E não esqueça de deixar um comentário para a gente ter certeza que seres humanos de verdade escutam esse podcast :)
por JJ Marreiro em dezembro 21, 2009 10:52 PM
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A canga é uma peça de madeira que prende o boi à carroça ou
à moenda facilitando o uso de sua força para trabalhos variados. Dito isto,
fica fácil pensar nos cangaceiros como homens revoltados com a "canga" imposta
por uma vida de dores e sofrimentos, ou em homens aptos a impor por meio da
força bruta a "canga" sobre outros. A entrega dos homens ao banditismo no
sertão brasileiro deu-se inicialmente em meados do século 18, num contexto
social onde imperavam a falta de perspectiva, a miséria e a fome física aliada
à de justiça. Esse cenário cheio de contradições e possibilidades inspirou (e
inspira até hoje) inúmeros romances, filmes e histórias em quadrinhos.
É interesante ver o fascínio que o cangaço (como tema e
gênero notadamente brasileiro) exerce sobre artistas de diferentes origens e
culturas, desde o alemão Hermman aos
italianos Sérgio Bonelli e Hugo Pratt. Seja pela crueldade, seja
pelos ares de revanchismo que assumem, as ações dos bandoleiros do sertão
nordestino adquirem tons e formas distintas em cada versão artística proposta. Gedeone Malagola, por exemplo,
quadrinizou as aventuras de um cangaceiro inspirado pelo ator Milton Ribeiro,
do filme "O Cangaceiro" de 1954 que
teve roteiro de Raquel de Queiroz. O
paraibano Emir Ribeiro, em 1979,
criou Severino, um agricultor que entra para o cangaço no intuitovingar sua falecida esposa morta nas mãos de
cruéis fazendeiros. O Lampião tradicional ganha uma versão ímpar nos desenhos
vigorosos e estilizados de Flávio Colin
na obra "Mulher-Diaba no rastro do
Lampião", definitivamente um clássico das HQs brazucas.Jô Oliveira no álbum
"A guerra do Reino Divino" não ignora a importância dos cangaceiros para se
pensar a história e a narrativa nordestina e é a hisória verídica de Virgulino Ferreira que aparece em
"Lampião, era o cavalo do tempo atrás da besta da vida" de Klévison Viana.
Nem todos os autores tratam o tema com o mesmo tom. Henfil transferia para seu cangaceiro, Zeferino,
sob a égide do humor, pesadas críticas à sociedade brasileira e suas
relações de poder. Ainda no humor, entretanto num tom mais ameno,
o Xaxado de Cedraz também apresenta seus momentos de crítica e mostra-se um personagem versátil em HQs, tiras e material institucional. O Capitão Rapadura do cartunista Mino, este também de maneira humorada,
mistura um visual inspirado pelos cangaceiros nordestinos com o gênero
super-herói.
O mineiro Mozart
Couto e o pernambucano Watson
Portela foram responsáveis por uma releitura interesante do visual e
cenários do gênero cangaço fazendo uso do tipo inserido em contextos de
fantasia ou de ficção científica.
Em leituras recentes o genero aparece em "Cangaceiros,
homens de couro" que tem roteiro de Wilson
Vieira, desenhos de Eugênio
Colonnese e capa de Mozart Couto.
A trama retoma a trajetória da vida de Virgulino.
O Cabeleira adaptado do romance homônimo de Franklin Távora
ganha vida nos quadrinhos pelo trabalho da equipe formada por Leandro Assis, Hiroshi Maeda e Allan Alex,
os dois primeiros, roteiristas e este desenhista. Fora a qualidade intrínseca
do texto há que se observar o ótimo uso dos recursos da narrativa do quadrinho.
E é na narrativa criativa e na inovadora união entre cordel e quadrinhos que o
cangaceiro Bravo Jan acerta em cheio
materializado pela arte de Anilton
Freires e texto de Alex Magnus.
Se houvesse uma cadência constante na publicação de títulos
nacionais o gênero cangaço muito provavelmente integraria uma boa porcentagem
dessas publicações já que dentro do cenário geral do que historicamente tem
sido publicado de quadrinhos no Brasil o cangaço ocupa um espaço nobre.
Os títulos e autores aqui citados são apenas um apanhado
geral, uma iniciativa de listar por amostragem alguns cangaceiros criados
para os quadrinhos, provavelmente muita coisa ficou de fora. Se você conhece
outros autores e personagens que gostaria de acrescentar à lista citada deixe a
dica nos comentários que ficaremos muito gratos e com isso podemos preparar um
material complementar a este.
por JJ Marreiro em dezembro 21, 2009 3:43 AM
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Como a grande maioria dos leitores estou cansado de ver títulos de produção nacional serem cancelados antes do número 02, e escrever este informe me deixa tão ou mais desconfortável que a maioria dos leitores pelo fato de ter acreditado no projeto e empenhado nele: tempo, esforço e neurônios. O Comando V entra oficialmente, neste momento, em Estado de Animação Suspensa, mas não podemos dizer que a iniciativa morreu porque heróis não morrem, eles se tornam lendas.
A partir do momento em que Allan Goldman decidiu parar sua produção de quadrinhos não vejo como a revista ter continuidade. A idéia germinal e a concepção dos personagens e da série partiram dele, que me convidou para dar solidez e embasamento psicológico à trama. Não é possível encontrar outro desenhista com o mesmo nível de traço que se sujeite aos percalços e dissabores de publicar no Brasil sem garantia de remuneração. Embora o meio independente esteja repleto de autores talentosos, o Comando V era uma iniciativa que materializava o pensamento de um artista específico e atendia a seus preceitos criativos, fato que revela um teor autoral nesta série.
Os rumos dos personagens estavam traçados em 6 aventuras já escritas que passavam no momento por uma revisão final. Não é certo ainda o fim que terão essas aventuras mas, como roteirista da série, pretendo levá-las a sua versão acabada, corrigindo o que for necessário deixando-as prontas para receber desenho, arte-final, letras e edição. Este foi o compromisso que assumi desde o início. E pensando em um eventual imprevisto todas as 6 histórias tinham começo, meio e fim. Isso aliviava a tensão da exigência sobre o número seguinte e dava para a revista um caráter de unidade, diminuindo, como se possível fosse, o gosto ruim que deixaria um cancelamento inesperado.
Assim como qualquer pessoa tem o direito de mudar de profissão, o desenhista Allan Goldman faz valer-se desse direito e dessa liberdade. Conversamos várias vezes sobre ele estar "abandonando os quadrinhos" e sobre como isso influenciaria ou desestimularia desenhistas novatos. O fato é que ele tem outros interesses e outros sonhos. E embora seja extremamente frustrante para nossos leitores e decepcionante para os, não poucos, fãs do Allan: Ninguém pode forçar ninguém a desistir de seus sonhos, pois se não são os sonhos que nos constituem certamente são eles que nos impulsionam.
Em nome da equipe de produção da revista venho a este site, que foi ponta de lança na divulgação da revista, pedir desculpas a todos os leitores do Comando V, assim como apresentar nossos mais profundos agradecimentos ao José Salles e ao Eduardo Manzano, Editor-Chefe e Diretor de Marketing da Editora Júpiter respectivamente, por acreditarem no nosso trabalho e ceder esta chance única num mercado onde ninguém dá a mão ao autor brasileiro. A todos os divulgadores, lojistas, sites e zines que nos apoiaram, nossas humildes desculpas. A todos os leitores nos resta, além de pedir desculpas, pedir para lembrar que os sonhos nunca morrem e as revistas do Comando V estarão esperando no limbo por um evento que venha a materializá-las novamente algum dia quem sabe. Afinal o impossível só existe até alguém provar o contrário.
por Fernando Lima em dezembro 20, 2009 6:10 PM
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Pra quem não conseguiu estar presente nas gravações ou assistir ao vivo no sábado dia 19 de dezembro, pode conferir aqui a gravação da primeira edição do Gibits, um videocast sobre quadrinhos e uma iniciativa conjunta da Gibiteca de Fortaleza, Armagem Herética e o Hcast!!!
por JJ Marreiro em dezembro 14, 2009 7:08 PM
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O Projeto Continuum é uma publicação impressa, não dá pra
chamar de fanzine dada a qualidade da revista, o termo revista independente é o
mais adequado, é também um website (projeto continuum.com) uma série de blogs e
o principal: um grupo que reúne quadrinistas do país inteiro em torno do
propósito de produzir quadrinhos legais.
Já se vão pouco mais de 10 anos desde que Sapão, Rafael
Tavares, Daniel Siqueira e Edvanio Pontes se conheceram nas pranchetas de um
curso de desenho que marcou época em Fortaleza. Agora eles criam espaços e
dividem seus insights criativos com pelo menos uma dezena de artistas de todo o
Brasil.
Esta edição do Papo Armagem precisou ser mais extensa que o
normal para contemplar um mínimo do que precisaria ser dito sobre o esforço desses
heróis nacionais que encabeçam o Projeto Continuum. Para ouvir é só clicar logo abaixo. Para baixar o podcast clique em download.
por JJ Marreiro em dezembro 14, 2009 5:25 PM
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Geraldo Borges, que integra o quadro de desenhistas do
Impacto Estúdios e atualmente trabalhando para a DC Comics, é um dos
responsáveis pela criação do Curso Prático de Histórias em Quadrinhos, no
formato online, oferecido pela UNIFOR - Universidade de Fortaleza.
A modalidade de Ensino a Distancia que popularizou-se com o
advento da internet e das novas tecnologias é na verdade uma modalidade muito
antiga que remonta a Grécia antiga e sua difusão de conhecimento por pergaminhos e os tempos do Pônei Express, que difundia conhecimento e
formação no velho oeste norte-americano. No Brasil os cursos por
correspondência foram responsáveis pela formação técnica de muitos
profissionais. Hoje, quando a velocidade da informação depende das potencias e
velocidades dos computadores, redes de satélites, cabos de fibra ótica, redes WiFi etc, os
cursos chegam ao seu público em formatos versáteis e objetivos.
O aluno de um curso a distancia pode organizar seu tempo,
estudar no horário mais conveniente, fazer os trabalhos de equipe sem sair de
casa ou estudar com uma turma de alunos de países totalmente distintos,
separado por oceanos até.
O curso de quadrinhos a distancia, que será ministrado pelo próprio Geraldo Borges, foi
possível graças a equipe de roteiristas, programadores, ilustradores e
designers do Núcleo de Ensino a Distancia da Universidade de Fortaleza.
O conteúdo do curso :
Módulo 01 - O que é uma História em Quadrinhos?. - Uma breve história dos Quadrinhos
Módulo 02 - Materiais - Idéia e argumento - Roteiro - Estrutura - O Desenho - Composição - Perspectiva - Figura Humana - Corpo Humano - Perspectiva de Figuras Humanas - Expressão Facial - Expressão Corporal - Representação do movimento - Cenário
Módulo 04 - Conceito de arte-final. - Luz e sombra - Texturas e Superfícies - Distinção de planos
Módulo 05 - Letras e balões - Capa - Processo de Edição - Cores - Guia de testes
Dicas importantes de narrativa,
construção de página, apresentação de portfólio, como fazer quadrinhos pro mercado
americano e muitas outras coisas serão faladas no contado direto que o aluno
terá com o monitoramento do próprio Geraldo Borges.
Inscrições on line: Até 27 de dezembro de 2009 ou enquanto
houver vagas
Período do curso: 02 de janeiro a 02 de março de 2010.
Maiores informações no site unifor.br seguindo os links até
cursos de extensão a distancia.
por JJ Marreiro em dezembro 12, 2009 7:38 PM
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Após um tempo longe dos quadrinhos o
cartunista Falex retorna com força total e um
novo projeto de site: The Comics
Cafe. O lançamento do site foi programado para 19 de dezembro na Savaiva
Megastore do Iguatemi, às 3 da tarde. Junto com Falex estão de volta à ativa
Júlio César e João Belo. Muitas novidades estão na agulha desses artistas
demolidores, mas por hora você tem uma prévia neste papo que Fernando Lima
conduziu com o Falex na Gibiteca de Fortaleza.
por JJ Marreiro em dezembro 1, 2009 2:39 AM
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O Penitente é uma das revelações do quadrinho nacional, com
duas edições de linha lançadas mais participações especiais em outras revistas
e na internet, é um dos personagens do quadrinista, editor, escritor,
jornalista e arte-educador Lorde Lobo, o convidado desta
edição do Papo
Armagem. Além de falar de seu anti-herói zumbi, o cartunista fala de Topman, Lipe, universos gráficos, Quadrinhos Nacionais, novos e talentosos artistas e roteiristas num papo descontraído mas bastante informativo.
Para conhecer mais o trabalho desse guerreiro dos quadrinhos
brazucas: Lorde Lobo.com
Para ouvir o papo armagem é só clicar ali embaixo ou fazer o download. Deixe seu comentário. Os comentários são uma maneira
de sabermos se existem realmente pessoas vendo nosso site...Coisa da qual estou começando a duvidar seriamente.
(Comente clicando do lado do crédito e data da matéria ali em cima.)