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Armagem Herética 2010

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Este é o terceiro ano do Armagem.com e numa reunião de avaliação, resolvemos dar uma mexidinha leve no site. Algumas áreas vão mudar de nome e, agora, o endereço Armagem.com vai abrir uma "capa" com links diretos para as atualizações das áreas de quadrinho, que serão quinzenais.
Como podem notar, esta área, que antes era a abertura do site, passou a se chamar ArmageNews e vai continuar contendo, artigos, críticas, entrevistas e tudo o que você já se acostumou a ver por aqui.
Ícones mais coloridos e visíveis convidam os visitantes a clicar nas sessões de quadrinhos, facilitando a navegação pelas diversas partes que compõem o site, a estrutura, porém, permanece a mesma com a qual nossos  leitores já se acostumaram.
As capas, que agora abrem o site, têm inspiração nas clássicas revistas MIX, que são uma tradição nos quadrinhos brasileiros desde a época do Tico-tico. O Gibí da RGE, além de trazer as chamadas de capa, ainda integrava sua logomarca ao desenho da capa, idéia emprestada de uma de suas principais estrelas, o Spirit, de Will Eisner.

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Poucos lembram da revista Crás, que apesar de vida curta marcou época, com seu mix exclusivamente composto por autores nacionais, na década de 1970. Essa iniciativa louvável da Editora Abril, gerou uma revista que, em muita coisa, lembra o que temos aqui no Armagem.com; uma mistura criativa de histórias em quadrinhos de diversas vertentes.

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Outro marco nas revistas de variedades é a saudosa Heróis da Tv, que encantou muita gente, tanto na sua fase Hanna-Barbera, quanto no seu momento Marvel. Suas capas cheias de cor e ação nos convidavam eloqüentemente a visitar as páginas em formatinho e nos perder entre intermináveis aventuras e, melhor ainda, a um preço acessível.

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Saudosismo á parte, aqui estamos nós do Armagem.com, inaugurando uma nova fase em nossa web revista e prometendo tentar melhorar sempre.

As coisas, mudam, mas quanto mais mudam, mais permanecem as mesmas.

Pra aqueles que curtiram as capas utilizadas aqui, visitem:
Banda Desenhada do Brasil
Guia dos Quadrinhos

O Dia do Quadrinho Nacional ao Redor do Brasil

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     Neste ano de 2010 várias cidades estarão mobilizadas para comemorar o dia do Quadrinho Nacional.

     Em Recife-PE o evento organizado pelo Prof. Amaro Braga traz o cartunista Laílson Holanda e o Editor Henrique Magalhães (Editora Marca de Fantasia). Ainda estão programados workshops com o desenhista Pedro Ponzo e com a Profa. Danielle Jaimes.
O evento começa as 13h no auditório Capiba da Universidade Maurício de Nassau. Rua Joaquim Nambuco, 778, Graças.

     A cidade de Rio Grande-RS tem um evento organizado pelos cartunistas Lorde Lobo Law Tissot, reunindo artistas e leitores para palestras, lançamentos de várias publicações, autógrafos. Matias Streb, Jader Correia, Odyr Bernardi, Ozi, Rodnério Rosa Marcelo Carota  estão entre os convidados do evento que terá dois dias 30 e 31 de janeiro. E começa às 14h no Ponto de Cultura ArtEstação.

     São Caetano do Sul-SP comemora no Dia 30 no Centro de Referencia da Juventude de São Caetano do Sul-Estação Jovem com exposição de material Marvel-DC-Maurício de Sousa da Editora Panini. Troca de quadrinhos, bate-papo e workshops são as principais atrações. O acesso às palestras e workshops só será possível com escrição prévia pelo fone (0xx11) 42266-5518.

     Em São Paulo-SP à partir das 11h o Sebo Multiverso-UnidadeII (Rua Cardeal Arcoverde, 422, esquina com a Rua Capote Valente, próximo ao Metrô Sumaré) promove oficinas, lançamentos, seções de autógrafos, distribuição de brindes e promoções especiais com entrada fanca. Informações: (0xx11) 2361-2201. Convidados: Danilo Beiruth, Laudo e Omar, Levi Trindade, André Morelli, Jota Silvestre, RAphael Fernandes e Will.

     Belo Horizonte-MG tem uma comemoração Oficial organizada pela Associação Cultural Nação HQ, em parceria com o Restaurante e Centro Histórico Alphino. O evento ocorrerá no sábado com apoio da Fundação Municipal de Cultura, do Coletivo Quarto Mundo e do Núcleo de Ilustração e Quadrinhos. No evento, música, lançamentos e a inauguração Coletivo de Pesquisa em Quadrinhos. (0xx31)3441-2315 ou (0xx31)9913-6099.

     Em Fortaleza-Ce o Dia do Quadrinho Nacional será comemorado com palestras, produção de quadrinhos e ilustrações ao vivo, exposição, exibição de documentários, videocast, lançamento de revistas, bate-papo e seção de autógrafos. O local é a Gibiteca de Fortaleza. Mais informações é só seguir a leitura nos outros posts aqui do armagem. A organização é dos grupos Thecomicscafe.com e armagem.com com o apoio da Gibiteca de Fortaleza, Editora Quadrix e Projeto Continuum.

Obviamente algumas comemorações pode ter escapado a esta breve catalogação, assim, fiquem a vontade de acrescentar dados e informes de outros eventos que não tenham sido mencionados. O objetivo desta matéria foi fazer perceber a mobilização cultural promovida por essa data comemorativa tão importante para os apreciadores do quadrinho brasileiro e sua diversidade.


Fontes: Bigorna.com, universohq.com, gibiteca.blogspot.com, impulsohq.com.br, quadrinho.com


Ele é o Brucutu-Bru-Bru!

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     Hoje pouca gente conhece este carismático homem das cavernas, mas nos anos 60 ele chegou a ser tão famoso que virou música do Roberto Carlos. O termo Brucutu designa uma pessoa bruta, sem modos, e o personagem Alley Oop (seu nome original) era mais ou menos isso mesmo, entretanto tinha bom coração e gostava de ajudar os mais fracos.

 

     Brucutu foi criado em 1933 por V.T. Hamlin, atualmete tem sua tira distribuída mundialmente através da Newspaper Enterprise Association. Hamlin começou a desenhar após dar baixa no exército norte-americano tendo servido durante a Primeira Guerra Mundial.


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     A história em quadrinhos gira em torno do irrepreensível Brucutu, um homem das cavernas que viaja de Moo, uma tribo da pré-história, para o 21º século na máquina de tempo de seu amigo Doc Wonmug (no Brasil, Prof. Papanatas). Na verdade as primeiras aventuras se passam no ambiente pré-histórico de Moo e aos poucos vão se diversificando com a possibilidade de mudanças de temas e de cenários. Outros personagens na tira são o Rei Guz e Rainha Umpa (rei e rainha de Moo) e Ula (a namorada de Brucutu).

 

     V.T. Hamlin trabalhou na tira de Brucutu durante 40 anos. Contratou o escritor Dave Graue como assistente de arte em 1950, e Graue continuou a tira após a aposentadoria de Hamlin. Jack Bender se uniu a Graue como um artista assistente em 1990, se tornando depois o tirista oficial de Brucutu produzindo tanto as tiras diárias quanto as dominicais. Em 2001, na aposentadoria de Graue, Carole Bender começou a escrever a tira.

 

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O traço original de Hamlin possuía uma estilização para o cartum nos personagens, mas mantinha nos cenários um acabamento de saltar os olhos, mesmo usando algumas vezes técnicas minimalistas. Era comum ver desenhado no cenário apenas o que importava para a história. Os outros artistas precisaram manter o tipo de acabamento de Hamlim pois isso fazia parte do personagem.

 

     Quando o cenário do mundo primitivo tornou-se enfadonho para o autor ele logo tratou de inserir a máquina do tempo do Prof. Papanatas, um cientista do futuro que conta com a ajuda de Brucutu como "piloto" de testes. Isso levou o herói cavernoso do Egito ao velho oeste passando por dezenas de outros cenários improváveis para um homem das cavernas. O absurdo das viagens de Brucutu ganhavam credibilidade apenas graças à magia proporcionada pela criatividade e pelo traço sólido, dinâmico e encantador de Hamlim e de seus sucessores na tira.

 

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     A cada dia as tiras perdem a atenção dos jornais, nem os clássicos como Brucutu resistem às reformulações que trocam o espaço das tiras por anúncios ou por fofocas de artistas. Uma pena, pois a nova geração de leitores fica sem conhecer personagens que ajudaram a construir a linguagem e a estética moderna dos quadrinhos. Além da internet, os álbuns de luxo importados, as revistas antigas (vendidas em sebos), os fanzines de nostalgia estão entre as poucas formas hoje de ter contato com estes clássicos.



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HQs de Cangaceiros!

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     A canga é uma peça de madeira que prende o boi à carroça ou à moenda facilitando o uso de sua força para trabalhos variados. Dito isto, fica fácil pensar nos cangaceiros como homens revoltados com a "canga" imposta por uma vida de dores e sofrimentos, ou em homens aptos a impor por meio da força bruta a "canga" sobre outros. A entrega dos homens ao banditismo no sertão brasileiro deu-se inicialmente em meados do século 18, num contexto social onde imperavam a falta de perspectiva, a miséria e a fome física aliada à de justiça. Esse cenário cheio de contradições e possibilidades inspirou (e inspira até hoje) inúmeros romances, filmes e histórias em quadrinhos.

 

     É interesante ver o fascínio que o cangaço (como tema e gênero notadamente brasileiro) exerce sobre artistas de diferentes origens e culturas, desde o alemão Hermman aos italianos Sérgio Bonelli e Hugo Pratt. Seja pela crueldade, seja pelos ares de revanchismo que assumem, as ações dos bandoleiros do sertão nordestino adquirem tons e formas distintas em cada versão artística proposta. Gedeone Malagola, por exemplo, quadrinizou as aventuras de um cangaceiro inspirado pelo ator Milton Ribeiro, do filme "O Cangaceiro" de 1954 que teve roteiro de Raquel de Queiroz. O paraibano Emir Ribeiro, em 1979, criou Severino, um agricultor que entra para o cangaço no intuito  vingar sua falecida esposa morta nas mãos de cruéis fazendeiros. O Lampião tradicional ganha uma versão ímpar nos desenhos vigorosos e estilizados de Flávio Colin na obra "Mulher-Diaba no rastro do Lampião", definitivamente um clássico das HQs brazucas. Jô Oliveira no álbum "A guerra do Reino Divino" não ignora a importância dos cangaceiros para se pensar a história e a narrativa nordestina e é a hisória verídica de Virgulino Ferreira que aparece em "Lampião, era o cavalo do tempo atrás da besta da vida" de Klévison Viana.

 

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     Nem todos os autores tratam o tema com o mesmo tom. Henfil transferia para seu cangaceiro, Zeferino, sob a égide do humor, pesadas críticas à sociedade brasileira e suas relações de poder. Ainda no humor, entretanto num tom mais ameno, o Xaxado de Cedraz também apresenta seus momentos de crítica e mostra-se um personagem versátil em HQs, tiras e material institucional. O Capitão Rapadura do cartunista Mino, este também de maneira humorada, mistura um visual inspirado pelos cangaceiros nordestinos com o gênero super-herói.

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     O mineiro Mozart Couto e o pernambucano Watson Portela foram responsáveis por uma releitura interesante do visual e cenários do gênero cangaço fazendo uso do tipo inserido em contextos de fantasia ou de ficção científica.

 

     Em leituras recentes o genero aparece em "Cangaceiros, homens de couro" que tem roteiro de Wilson Vieira, desenhos de Eugênio Colonnese e capa de Mozart Couto. A trama retoma a trajetória da vida de Virgulino.

 

    O Cabeleira adaptado do romance homônimo de Franklin Távora ganha vida nos quadrinhos pelo trabalho da equipe formada por Leandro Assis, Hiroshi Maeda e Allan Alex, os dois primeiros, roteiristas e este desenhista. Fora a qualidade intrínseca do texto há que se observar o ótimo uso dos recursos da narrativa do quadrinho. E é na narrativa criativa e na inovadora união entre cordel e quadrinhos que o cangaceiro Bravo Jan acerta em cheio materializado pela arte de Anilton Freires e texto de Alex Magnus.

 

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     Se houvesse uma cadência constante na publicação de títulos nacionais o gênero cangaço muito provavelmente integraria uma boa porcentagem dessas publicações já que dentro do cenário geral do que historicamente tem sido publicado de quadrinhos no Brasil o cangaço ocupa um espaço nobre.

 

    Os títulos e autores aqui citados são apenas um apanhado geral, uma iniciativa  de listar por amostragem alguns cangaceiros criados para os quadrinhos, provavelmente muita coisa ficou de fora. Se você conhece outros autores e personagens que gostaria de acrescentar à lista citada deixe a dica nos comentários que ficaremos muito gratos e com isso podemos preparar um material complementar a este.


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Quadrinho Nacional & Super-Herói Nacional!

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Moacy Cirne à procura das características de um herói genuinamente brasileiro em artigo para a "Revista de Cultura Vozes" citava o Judoka, afirmando que o fato de suas aventuras se passarem em solo brasileiro não fazia com que o personagem encontrasse reflexo numa estrutura ideológica brasileira e em oposição cita Macunaíma e o Saci-Pererê. De fato, a sociedade brasileira estruturada em cima de valores dúbios e acostumada a governantes corruptos talvez merecesse um herói 'sem caráter', cínico e de valores morais questionáveis ou um Saci cujo mito foi erguido em cima de travessuras irreverentes e irresponsáveis. É comum à intelectualidade o mero questionamento dos valores enquanto se exime de oferecer opções e soluções.

 

De fato as aventuras do Judoka se passam em território brasileiro, assim como se dá com várias aventuras do italiano Mister No. Isso não faz com que o personagem da Bonelli se caracterize como um herói do quadrinho nacional, entretanto em favor do Judoka contam os fatos de ter sido publicado visando o público brasileiro, tendo sido criado por autores e editora (EBAL) brasileiros. Suas cores estampavam as da bandeira nacional e o cenário (subestimado por Cirne) refletiam a sociedade brasileira, suas cidades e sua cultura. Teria sido o Brasil destinado por uma maldição da intelectualidade, condenado a negar valores como a coragem, a honra e a justiça, apenas porque o cinismo do pensamento oriundo da influencia do marxismo histórico não admite que um símbolo possa simplesmente almejar representar o bem. Estaríamos nós leitores brasileiros condenados a não poder criar e desenvolver personagens dentro do gênero Super-herói pelo simples fato do gênero ter se desenvolvido num país de conduta imperialista, como os Estados Unidos da América? Estariam os alemães proibidos a desenvolverem Histórias em Quadrinhos de cangaço pelo simples fato de não estarem inseridos na cultura nordestina? Se assim fosse, estaria um autor qualquer ideologicamente impedido de criar aventuras em mundos de fantasia ou em planetas de paisagens exóticas simplesmente porque não haveria alinhamento entre este autor e seu tema.

 

Judoka é sem a menor sombra de dúvidas um dos melhores exemplos de Super-Herói Nacional, queiram ou não os textos criptografados da elite intelectual. E ainda mais: queiram ou não os pseudo-marxistas, os leitores brasileiros de qualquer faixa etária tem o direito de também possuírem seus heróis! Seja na forma do Pererê bom caráter de Ziraldo, seja na forma do caipirinha boa praça que é o Chico Bento de Maurício de Sousa, seja do tradicional e imponente Cometa de Samicler Gonçalves. O Brasil precisa de heróis e os quadrinhos brasileiros possuem heróis! E mais que meros heróis de ficção, os heróis brasileiros são reflexo das posturas de coragem e audácia de seus autores que se mantém de pé diante de um monopólio de distribuição e edição de revistas que privilegiam o material importado cujos editores mostram-se mercenários em sua maioria.

 

Seria o Quadrinho Nacional apenas um rótulo? Ou este termo existe para dar conta de um elemento que é fato material. Se levarmos em conta toda a produção dos estúdios Maurício de Sousa, já temos uma resposta. Mas faz sentido ver além das fronteiras do sucesso de público e vendas. No submundo editorial há centenas de pequenos artistas e editores dando conta de também fazerem registrar em arte sequecial a existência de seus personagens e universos gráficos e é desse "submundo editorial" que surgem novos autores, novas propostas e novas visões de quadrinho nacional em uma infinidade de gêneros e subgêneros.

 

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Se há críticas ao acabamento gráfico, às capacidades técnicas e narrativas dos nossos autores, assim o é porque a crítica existe para alertar, cutucar, incomodar, mas, sobretudo, para acordar. Só não há sentido na crítica cega que atira nos pontos negativos sem resguardar a existência dos pontos positivos. E se há comparação com o que há de enlatado nas nossas bancas é importante frisar que os enlatados passam por uma seleção de mercado antes de chegar às nossas prateleiras, as revistas de qualidade inferior normalmente não constituem material de exportação gringo.

 

A quem se questione sobre o que seja o quadrinho nacional e se há a exigência de um reflexo da cultura brasileira neste quadrinho faria sentido uma leve olhada no material produzido por Flávio Colin, Julio Shimamoto, Mozart Couto, Cedraz, Lailson Holanda e Watson Portela inicialmente, numa lista infindável de autores que já garantiram com sua colaboração para que o quadrinho no Brasil fosse mais brasileiro. Estes sim, os autores, são nossos super-heróis nacionais!



QUADRINHOS

ARQUIVOS

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